O poder de compra dos portugueses distancia-se cada vez mais dos restantes países da União Europeia principalmente porque os salários são demasiadamente baixos para manter um nivel estavel de vida, porque os impostos têm aumentado, os preços de alguns bens continuam a subir e toda esta situação dificulta o poder de compra. Contudo, verifica-se um poder de compra mais baixo no Norte do país, que por acaso é das regiões que mais contribui para o desenvolvimento do país. destaca-se o elevado poder de compra da Região de Lisboa e do Algarve, contrastando com as restantes regiões do país que apresentam um índice inferior à média do país. É necessário saber distinguir PIB per capita de poder de compra, muitas vezes confundido. O produto interno bruto per capita mede a quantidade de valor produzida dentro de um país por cada habitante em média. O poder de compra dos cidadãos não existe como grandeza económica e de qualquer modo o PIB per capita não é certamente o melhor indicador desse poder por duas razões fundamentais. Primeiro não contabiliza os fluxos financeiros entre países como lucros, remessas de imigrantes, subsídios externos, etc... ou seja se eu tiver um táxi na Suíça, um tio na França que me manda dinheiro ou se receber um subsídio da UE, tenho mais dinheiro do que o que produzi. Segundo não contabiliza as transferências de e para o Estado, como impostos e subsídios. Por pagar IRS, IVA, etc... não posso de maneira nenhuma gastar tudo o recebi de salário/lucro, mas por outro lado posso receber subsídios do Estado que aumentam o meu poder de compra. Anteriormente também referi a questão do salário, ou seja o salário minímo deveria ser maior para assim serem repondidas todas as necessidades. O salário Mínimo não é mais do que o estabelecimento de um preço mínimo naquele que deveria ser o normal funcionamento do mercado de trabalho. Este preço mínimo tem dois efeitos muito claros no mercado de trabalho: impedir de trabalhar quem estiver disponível para trabalhar por valor inferior a esse preço; por outro lado impede de operar todas as empresas e serviços que não tenham a capacidade de remunerarem aquele montante. Salário mínimo deve suprir as necessidades básicas (alimentação, moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social) do trabalhador e sua família. A lei máxima do nosso país também define o reajuste períodico do salário mínimo para preservar o seu poder aquisitivo do trabalhador. O que acontece no luxemburgo e em outros países com um alto poder de compra é o facto de serem países com salários mínimos altos e impostos e necessidades a preços a que todos podem pagar, chegando a sobrar. Logo, se estes países conseguem responder a todas as necessidades da população irão ter um alto poder de compra. Concluindo, concordo com a questão feita no final da notícia: Que medidas devem ser tomadas para que Portugal suba de posição? Portugal tem de liberalizar a economia, aliviar o peso do Estado, quer fiscal quer regulamentar, e pôr a casa em ordem em termos financeiros (sobretudo no orçamento), para permitir o desenvolvimento das empresas e dos mercados. Isto toda a gente sabe e ninguém quer fazer.
Trabalho realizado por: Ana Rita Ribeiro Freitas Nº34137
Poder de compra 24% abaixo da média europeia
O poder de compra dos portugueses distancia-se cada vez mais dos restantes países da União Europeia principalmente porque os salários são demasiadamente baixos para manter um nivel estavel de vida, porque os impostos têm aumentado, os preços de alguns bens continuam a subir e toda esta situação dificulta o poder de compra.Contudo, verifica-se um poder de compra mais baixo no Norte do país, que por acaso é das regiões que mais contribui para o desenvolvimento do país. destaca-se o elevado poder de compra da Região de Lisboa e do Algarve, contrastando com as restantes regiões do país que apresentam um índice inferior à média do país.
É necessário saber distinguir PIB per capita de poder de compra, muitas vezes confundido. O produto interno bruto per capita mede a quantidade de valor produzida dentro de um país por cada habitante em média. O poder de compra dos cidadãos não existe como grandeza económica e de qualquer modo o PIB per capita não é certamente o melhor indicador desse poder por duas razões fundamentais. Primeiro não contabiliza os fluxos financeiros entre países como lucros, remessas de imigrantes, subsídios externos, etc... ou seja se eu tiver um táxi na Suíça, um tio na França que me manda dinheiro ou se receber um subsídio da UE, tenho mais dinheiro do que o que produzi. Segundo não contabiliza as transferências de e para o Estado, como impostos e subsídios. Por pagar IRS, IVA, etc... não posso de maneira nenhuma gastar tudo o recebi de salário/lucro, mas por outro lado posso receber subsídios do Estado que aumentam o meu poder de compra.
Anteriormente também referi a questão do salário, ou seja o salário minímo deveria ser maior para assim serem repondidas todas as necessidades. O salário Mínimo não é mais do que o estabelecimento de um preço mínimo naquele que deveria ser o normal funcionamento do mercado de trabalho. Este preço mínimo tem dois efeitos muito claros no mercado de trabalho: impedir de trabalhar quem estiver disponível para trabalhar por valor inferior a esse preço; por outro lado impede de operar todas as empresas e serviços que não tenham a capacidade de remunerarem aquele montante. Salário mínimo deve suprir as necessidades básicas (alimentação, moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social) do trabalhador e sua família. A lei máxima do nosso país também define o reajuste períodico do salário mínimo para preservar o seu poder aquisitivo do trabalhador.
O que acontece no luxemburgo e em outros países com um alto poder de compra é o facto de serem países com salários mínimos altos e impostos e necessidades a preços a que todos podem pagar, chegando a sobrar. Logo, se estes países conseguem responder a todas as necessidades da população irão ter um alto poder de compra.
Concluindo, concordo com a questão feita no final da notícia:
Que medidas devem ser tomadas para que Portugal suba de posição?
Portugal tem de liberalizar a economia, aliviar o peso do Estado, quer fiscal quer regulamentar, e pôr a casa em ordem em termos financeiros (sobretudo no orçamento), para permitir o desenvolvimento das empresas e dos mercados. Isto toda a gente sabe e ninguém quer fazer.
Trabalho realizado por: Ana Rita Ribeiro Freitas Nº34137